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Relatório de Atividades 2018

A SOS Amazônia disponibiliza o relatório de atividades do ano de 2018. O objetivo do conteúdo é informar a seus parceiros, doadores, colaboradores, voluntários e visitantes sobre a missão, história, projetos e campanhas desenvolvidos, além dos balanços administrativo e financeiro da instituição.

É parte da filosofia do SOS Amazônia prestar contas à sociedade de todo seu trabalho de conservação da natureza. Acesse AQUI e fique por dentro de todas as nossas ações de 2018.

Com o apoio do Projeto Valores da Amazônia, Cooperativas vão ter produtos da sociobiodiversidade com certificação orgânica e selo Forest Garden Products

Transformar a vida das pessoas que vivem na floresta, levando alternativas de trabalho e renda, com foco na manutenção da floresta é o desafio do projeto Valores da Amazônia, realizado pela SOS Amazônia, com apoio financeiro do Fundo Amazônia.

Uma das metas do projeto é a certificação orgânica de produtos florestais não madeireiros. Para isso, há investimentos em infraestruturas, formações, pesquisas e intercâmbios.

“Desde 2015, o Valores da Amazônia vem se empenhando por meio de visitas técnicas, intercâmbios e oficinas de boas práticas no processo produtivo e de certificação, a fortalecer o caminho para o selo orgânico desses produtos, e agora estamos tendo essa oportunidade no Acre e Amazonas, de termos vários produtos com certificação orgânica. Isso representa uma enorme conquista para a biodiversidade amazônica, para os empreendimentos apoiados e para as pessoas”, conta Àlisson Maranho, secretário técnico da SOS Amazônia.

Inspeção na Cooperar – IMOcert

O trabalho mais recente foi a inspeção realizada nas cooperativas Coopercintra, Coopfrutos, Cooperar e Copronat, pela IMOcert Latinoamérica, pioneira na atividade de certificação ecológica e sustentável na América Latina.

A inspeção, para certificar produtos das cadeias de valor de óleos vegetais e do cacau silvestre, aconteceu no período de 8 a 27 de maio. Representantes da IMOcert fizeram visitas técnicas especializadas nos quatro empreendimentos, além de ampliar o conhecimento dos cooperados e da equipe de extensionistas com mais uma oficina de Certificação Orgânica, Extrativista e Mercado Justo.

Na oficina de cinco dias, discutiu-se as normas europeias, norte-americana e normas privadas, com ênfase em ‘Forest Garden Products’ (FGP); além de debater o que se faz necessário para atender exigências e conseguir o certificado de produto orgânico.

“A ideia é que essas pessoas sejam multiplicadoras do processo e também inspetoras dessas organizações que futuramente podem requerer também sua própria certificação. O curso contou com atividades teóricas e práticas, dentre elas: elaborações de ficha de inspeção, regulamentos internos e elaborações de contratos”, explica Thayna Souza, executiva ambientalista/SOS Amazônia.

Após a oficina, os profissionais da IMOcert iniciaram processo de Certificação das beneficiárias.

Áreas de cacau silvestre | IMOcert

A Cooperativa dos Produtores de Agricultura Familiar e Economia Solidária de Nova Cintra (Coopercintra) está se adequando para certificar dois produtos: manteiga de murmuru e amêndoa de cacau; A Cooperativa de Produtos Naturais da Amazônia (Copronat), quatro produtos: semente e óleo de cumaru, resina e óleo essencial de breu; Cooperativa Agroextrativista do Mapiá e Médio Purus (Cooperar), nove produtos: andiroba, copaíba, tucumã, murmuru, buriti, uricuri,  patauá, castanha e cacau; e a Cooperativa de Produtores de Polpa de Frutos Nativos de Mâncio Lima (Coopfrutos), dois produtos: óleo de buriti e açaí.

De acordo com Àlisson, os produtos foram aprovados, no entanto, as cooperativas têm prazos de 30 a 90 dias para fazerem os ajustes necessários para a emissão do certificado orgânico. Dentre os ajustes está a elaboração de fichas para controle de matéria-prima e de inspeção interna, delimitação das áreas para os produtos orgânicos; exposição de banner com os 12 princípios da Norma Privada FGP.

Inspeção na Coopfrutos – área de coleta de buriti e açaí | IMOcert

Elizana Araújo, superintendente da Coopfrutos, vê a iniciativa como uma grande oportunidade para alcançar novos mercados. “Com a certificação as cooperativas terão uma grande oportunidade de ter acesso a novos mercados, principalmente o mercado Europeu, e com isso agregar maior valor aos produtos, garantindo melhor qualidade de vida para todos envolvidos no processo produtivo”, disse.

Para Ivan Del Carpio, inspetor sênior e consultor externo da Imocert, há grande potencial para os produtos florestais não madeireiros e ele vê na certificação uma forma de despertar o interesse de mais pessoas a trabalhar com esses produtos.

“O mais importante é que as cooperativas podem acessar mercados internacionais para comercializar produtos com melhores preços, permitindo o fortalecimento econômico e social da cooperativa. Para os extrativistas, a maior importância está em agregar valor ao seu produto, e garantir que sua saúde e a das pessoas não seja comprometida. Mas, ainda utilizam muito pouco do potencial da floresta, com a certificação e o aumento do valor, é possível que desperte o interesse de todos para o trabalho com o extrativismo”, avalia.

POR QUE CERTIFICAR?

A certificação tem sido cada vez mais difundida e requerida por compradores como exigência de qualidade de produtos, e também porque se preocupam com a sustentabilidade e a melhoria de renda das famílias que vivem do extrativismo. A certificação tem um papel na economia e no âmbito social muito grande, além de valorizar o trabalho do extrativista, garante a ele novas fontes de renda, e essa renda com a certificação, tem grande possibilidade de ser ampliada. Aliado a isso, os compradores finais estão cada vez mais preocupados com a saúde, o que impulsiona também o crescimento da demanda por produtos cultivados com métodos orgânicos.

A diferenciação de produtos orgânicos ocorre com base em suas qualidades físicas, decorrentes, principalmente, da ausência de agrotóxicos e adubos químicos.

A certificação é “uma garantia” de que os produtos tenham de fato sido produzidos dentro dos padrões de orgânicos, nesse caso, os produtos oriundos do extrativismo são de fato oriundos de boas práticas de manejo de coleta e beneficiamento, respeitando critérios de sustentabilidade ambiental e social.

Há dezenas de benefícios: Sintonia com os princípios do extrativismo, como por exemplo, não coletar todos os frutos, assegurando o alimento aos animais e permitindo a regeneração florestal; não usar veneno; não desmatar, nem queimar a floresta.

Acesse a página do Projeto Valores da Amazônia | Navegue aqui.

SOS Amazônia comemora 29 anos de iniciativas pela proteção da Amazônia

No sábado (30), a SOS Amazônia comemora 29 anos de iniciativas pela proteção da Amazônia. Desde sua criação, a organização desenvolve projetos, propõe e implementa políticas públicas com foco na difusão de modelos e práticas para a conservação da biodiversidade e crescimento da consciência ambiental.

O início de um importante legado pela proteção da Floresta Amazônica

Na década de 1980, houve um grande incentivo ao desmatamento na Amazônia e grandes áreas de florestas foram substituídas por pastagens. Naquela época, o movimento dos seringueiros unia forças para empatar a devastação da Amazônia. O cenário exigia muito apoio e dedicação à luta dos seringueiros para proteger a floresta. Movidos pela resistência dos guardiões da floresta, dia 30 de setembro de 1988, na cidade de Rio Branco, no Acre, professores, estudantes universitários e representantes do movimento social, incluindo o ativista e seringueiro Chico Mendes, criaram a SOS Amazônia, que passou a promover essa causa, tendo como objetivo principal proteger a Floresta Amazônica, apoiando as populações tradicionais.

A instituição atua no estado do Acre e Amazonas, além de áreas fronteiriças, com a participação de, aproximadamente, 5 mil famílias, por meio de sete projetos e duas campanhas. Essa área de atuação se dá, principalmente, em Unidades de Conservação, a exemplo do Parque Nacional da Serra do Divisor e da Reserva Extrativista Alto Juruá, atribuindo à SOS Amazônia um extenso e importante histórico de iniciativas para manutenção das florestas e melhores condições de vida aos povos que nelas habitam.

Entre os projetos está o Valores da Amazônia, que busca estruturar, fortalecer e integrar as cadeias de produtos florestais não madeireiros (borracha nativa, óleos vegetais e cacau silvestre) –  uma iniciativa que promove a geração de renda e mantém a floresta em pé; o ATER Agroecologia, que visa consolidar e ampliar exemplos de agroecologia existentes, para a promoção do desenvolvimento territorial e de seus processos organizativos; e o ATES Resex Alto Juruá, que promove a melhoria da qualidade de vida das famílias que vivem na Reserva, com foco na conservação dos recursos naturais, envolvendo três eixos fundamentais: organização social, fomento do extrativismo e produção sustentável, e comercialização.

A história da SOS Amazônia se entrelaça pelos caminhos a qual buscou Chico Mendes, que a Floresta em pé tem mais valor, promovendo iniciativas para que as comunidades tenham mais ganhos com o extrativismo, e assim, diminuir a pressão sobre as florestas.

#Melhores ONGs

No ano em que completamos 29 anos de existência, a SOS Amazônia recebeu o título Melhores ONGs do Brasil. O prêmio é uma iniciativa do Instituto Doar, em parceria com a Revista Época, que busca reconhecer boas práticas de gestão e transparência no terceiro setor, além de incentivar a cultura de doação no Brasil. Oferecemos esse prêmio a todos vocês que fazem uma SOS Amazônia melhor, a todos que lutam por um ambiente saudável para as atuais e futuras gerações.

São muitos os desafios existentes para manter a floresta preservada, mas juntos podemos fazer mais ainda pela Amazônia. Gratidão aos parceiros, colaboradores, voluntários e a todas as pessoas que se conectam com a causa ambiental.

JUNTE-SE A NÓS!

Crianças indígenas Shawãdawa |TI Arara do igarapé Humaitá, Acre | Área de atuação do projeto Valores da Amazônia |

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Fotos: Eliz Tessinari

Indígenas Shawãdawas participam de oficina de borracha colorida

Um investimento Valores da Amazônia

O que não falta nas comunidades indígenas é a criatividade para o artesanato com os produtos da floresta. Para valorizar mais ainda essa atividade que transmite muita beleza e mantém a floresta em pé, começa agora uma relação indígenas shawãdawas e a borracha colorida.

Equipe da SOS Amazônia e a designer de joias, Flávia Amadeu, subiram o igarapé Humaiatá, rumo à Aldeia Raimundo do Vale, Terra Indígena Arara, município de Porto Walter, Acre, para realizar entre os dias 15 e 18 de setembro, uma oficina de produção de borracha colorida – Folha Semi-Artefato (FSA). A iniciativa faz parte do Projeto Valores da Amazônia, com apoio financeiro do Fundo Amazônia/BNDES.

Com a participação de 25 indígenas da Cooperativa Agroextrativista Shawãdawa Pushuã, a iniciativa teve por objetivo ensinar a técnica de produção da FSA e incentivar o artesanato a partir da borracha colorida.

“É a primeira vez que estou trabalhando com o povo indígena e foi a realização de um sonho. Percebi muita vontade deles em querer aprender e colocar a criatividade nesse trabalho com a borracha, e poder gerar renda mantendo a floresta preservada. Os indígenas já possuem uma relação muito forte com a floresta e o artesanato, então a ideia é trabalhar as técnicas artesanais com a borracha, misturando sementes e miçangas, dentro da linguagem que eles têm”, explica Flávia Amadeu, responsável por guiar a atividade.

Em quatro dias, os participantes produziram uma variedade de peças e finalizaram a oficina com uma pequena exposição demonstrando o potencial para esse tipo de artesanato. A designer pretende voltar para dar continuidade a esse projeto com a SOS Amazônia e a aldeia Pushuã.

A artesã Shawã Tuxi mostra cinto em fase de secagem, após três dias é que será possível ver a cor real da borracha, um verde floresta.

Artesã Shawã Tuxy, de 21 anos, é uma das indígenas que ficou interessada na proposta de trabalhar com a FSA. “Fiz algumas peças usando borracha e sementes, agora eu acredito que vou conseguir fazer mais, é um trabalho muito importante para as mulheres da aldeia e estou muito feliz em ter participado”, afirma Tuxy.

O Coordenador geral do Valores, Alisson Maranho, comenta a importância de fortalecer essa parceria. “Estamos felizes em fazer o elo entre a inspiração dos indígenas Arara, o amor pela floresta e o fino design da Flávia Amadeu. Esperamos que essa parceria possa ser fortalecida e que em breve possamos ter peças produzidas com matéria-prima da Terra Indígena e também artefatos produzidos por eles. É um trabalho que valoriza a floresta e as comunidades que nela vivem”, destaca Alisson.


BORRACHA FSA

A borracha colorida FSA foi desenvolvida pelo Projeto Tecbor do Laboratório de Tecnologia Química da Universidade de Brasília e representa mais uma alternativa para a continuidade do extrativismo da borracha nativa da floresta Amazônia. Os seringueiros, conhecedores da floresta, coletam o látex das árvores, que continuam produtivas por gerações. O líquido é então levado para a unidade de produção, onde a borracha é produzida. As mantas de borracha podem então ser usadas no design de produtos ou no artesanato local.


Galeria de fotos FSA Pushuã

PROJETO VALORES DA AMAZÔNIA

O projeto Valores da Amazônia foi selecionado no âmbito da Chamada Pública de Projetos Produtivos Sustentáveis do Fundo Amazônia/BNDES para Estruturação, Fortalecimento e Integração das cadeias de valor de produtos florestais não madeireiros nos estados do Acre e Amazonas.

Objetivo: Disseminar e apoiar iniciativas empreendedoras em nove instituições aglutinadas, com foco na geração de trabalho e renda, e no desenvolvimento sustentável da região.

Cadeias de valor apoaidas: Cacau Silvestre, Borracha (Cernambi Virgem Prensado – CVP e Folha de Defumação Líquida – FDL) e Óleos Vegetais (Buriti, Murmuru, Cocão, Andiroba).

Abrangência:

 Acre: Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Porto Walter. Amazonas: Boca do Acre, Pauini, Lábrea e Silves

Saiba mais.


MODA SUSTENTÁVEL 

Flávia Amadeu

A designer Flávia Amadeu tem a borracha colorida como sua matéria-prima principal há quase 14 anos e mostra a transformação que esse trabalho gera nas comunidades e na preservação da floresta. Saiba mais.

SOS Amazônia é reconhecida como uma das 100 Melhores ONGs do Brasil

A Associação SOS Amazônia está entre as 100 organizações reconhecidas como as melhores ONGs do Brasil. Trata-se da primeira edição da premiação #MelhoresOngs – uma iniciativa do Instituto Doar e a Revista Época, com o objetivo de reconhecer boas práticas de gestão e transparência no terceiro setor e incentivar a cultura de doação no Brasil.

Com número considerável de inscrições, mais de 1500, a maioria das organizações faz um trabalho sério e estava na hora de reconhecê-lo, premiando a gestão e transparência das melhores.

Para o Instituto Doar, que valoriza os bons exemplos por meio de um Selo de Qualidade, chegou a hora de criar um estímulo para as ONGs e uma vitrine para os potenciais doadores se decidirem a doar.

“Queremos agradecer a oportunidade de nos conectar a milhares de pessoas interessadas a apoiar as causas ambientais e sociais. Isso pode nos ajudar muito a avançar e ter sucesso em nossos trabalhos, além da importância de promover a cultura de doação no Brasil”, destaca Miguel Scarcello, secretário geral da SOS Amazônia.

Sobre a SOS Amazônia

A Amazônia, mesmo sendo mais observada e divulgada, continua sofrendo com a destruição de extensas formações florestais, com a extinção de espécies vegetais e animais, muitas ainda desconhecidas, e também com grandes problemas ambientais causados pelo crescimento desordenado das cidades.  Quem colhe a consequência disso, somos nós. E as próximas gerações poderão enfrentar condições extremas.

Para diminuir a pressão humana sobre os recursos naturais, a SOS Amazônia vem há quase 29 anos persistindo com ações para mobilizar a sociedade a promover e a adotar a cultura de preservar a natureza e conservar o ambiente. A instituição atua diretamente com, aproximadamente, 5 mil famílias, por meio de 7 projetos e duas campanhas, nos estados do Acre e Amazonas.

Além de participação em Conselhos estadual e municipal de meio ambiente; Comitê de Gestão e Acompanhamento de Projetos; e em Coletivos de Mobilização Social. Sua área de atuação se dá, principalmente, em Unidades de Conservação, a exemplo do Parque Nacional da Serra do Divisor e da Reserva Extrativista Alto Juruá, atribuindo à SOS Amazônia um extenso e importante histórico de iniciativas para manutenção das florestas e melhores condições de vida aos povos que nelas habitam.

O que pensa o Instituto Doar sobre a premiação

Para o Instituto Doar, mais do que um prêmio e seus vencedores, há um ecossistema que se beneficia do processo todo. Um Oscar não premia somente os ganhadores da estatueta, mas põe para cima todo um setor, estimula uma competição saudável, não entre pessoas ou instituições, mas entre o que se é e o que se pretende ser. Uma ONG pode e deve ser estimulada a melhorar continuamente, assim como os diretores ou cenógrafos de um filme. Em todo o mundo há dados que confirmam que certificações, prêmios e reconhecimentos aumentam significativamente a confiança dos doadores e, consequentemente, aumenta o volume de doações. No Brasil, como em outros casos, há pouca pesquisa sobre isso. Podemos destacar uma experiência que foi descontinuada, mas que em seu curto tempo de vida gerou excelentes resultados.

Trata-se do Prêmio Beneficente, de Stephen Kannitz. Ele trouxe dados interessantes sobre a experiência:

  • As 50 instituições de caridade mais bem administradas do ano dobraram a sua renda de donativos nos três anos seguintes.
  • Em média receberam R$ 2.000.000,00 de donativos adicionais no triênio seguinte.
  • A maioria do dinheiro adicional veio de pessoas que nunca haviam doado antes.

O objetivo é que não só estas primeiras 100, mas o maior número possível de ONGs, entre as mais de 300 mil existentes neste país, possa por meio desta parceria do Instituto Doar com a Revista Época, estabelecer padrões para a melhoria contínua. Aumentam sua legitimidade e reputação e aumentam os recursos de doadores para elas.

Processos administrativos, contábeis, financeiros, de comunicação, são verificáveis. Recomenda-se que sejam públicos e transparentes, já que os recursos são provenientes de doações e patrocínios e se espera o melhor uso desse dinheiro. Metodologias, pedagogias e procedimentos de cada ONG com seus públicos não podem nem devem ser comparáveis nem muito menos ranqueados. Mas, a gestão e a transparência dos recursos, sim. É isso que o premio mediu e é assim pretende seguir fazendo: premiando ONGs cujos dados são mensuráveis e objetivos.

Melhores ONGs é, portanto, um guia que facilita para o doador na hora de escolher para quem doar.  É hora de valorizar o que é nosso e apoiar a SOS Amazônia.

DOE AGORA

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