Nós somos a SOS Amazônia, uma ONG com a missão de promover a conservação da biodiversidade e o crescimento da consciência ambiental na Amazônia. 

A Associação SOS Amazônia é resultado de uma expressão popular. A entidade foi criada na década de 1980, época em que o desmatamento da Amazônia passou a ser divulgado internacionalmente e os seringueiros no Acre eram ameaçados por estar empatando a devastação das florestas.  

No dia 30 de setembro de 1988, um grupo de 35 pessoas na cidade de Rio Branco, compreendendo professores, estudantes universitários e representantes do movimento social, criou a SOS Amazônia, tendo como objetivo principal, proteger a Floresta Amazônica, apoiando as populações tradicionais.

Com adesão de representantes do movimento social, a SOS Amazônia teve Chico Mendes como um dos fundadores. Desde então, o grupo passou a denunciar, sensibilizar e mobilizar a sociedade frente às crescentes agressões sofridas pela Floresta Amazônica.

ATUAÇÃO – A instituição atua no estado do Acre e Amazonas, além de áreas fronteiriças, com a participação de, aproximadamente, 5 mil famílias, por meio de projetos e campanhas que promovem a geração de renda e mantém a floresta em pé. Essa área de atuação abrange, principalmente, Unidades de Conservação, a exemplo do Parque Nacional da Serra do Divisor e da Reserva Extrativista Alto Juruá, atribuindo à SOS Amazônia um extenso e importante histórico de iniciativas para manutenção das florestas e melhores condições de vida aos povos que nelas habitam.

Desde sua criação desenvolve projetos, propõe e implementa políticas públicas com foco na difusão de modelos e práticas para preservação da biodiversidade e do desenvolvimento sustentável. Ganhou experiência e capacidade para gestão de Unidades de Conservação (UCs), também é referência no desenvolvimento da educação ambiental, no reaproveitamento dos resíduos sólidos e na participação voluntária em conselhos e comitês para regulamentação de leis e gestão de programas públicos.

E, para fortalecer mais ainda sua ação em unidades de conservação, nos últimos anos, ganhou também experiência no incremento da assistência técnica e extensão rural a comunidades tradicionais, no Vale do Juruá.

A atuação institucional é orientada por um Código de Ética, planejamento estratégico, controles internos descritos em Manual de Procedimentos e gestão contábil financeira transparente e auditada, combinada às diferentes iniciativas técnicas e políticas; tem importância reconhecida por diferentes parceiros governamentais, não governamentais, movimentos sociais e organismos internacionais. Tal conduta garantiu à SOS AMAZÔNIA o ‘Prêmio Bem Eficiente’ de gestão institucional, concedido pela Kanitz & Associados em 2004, às 50 entidades sem fins lucrativos que melhor administram seus recursos no país, com transparência e seriedade.

#MelhoresOngs – Em 2017 foi reconhecida como uma das 100 “Melhores ONGs do Brasil”. O prêmio é uma iniciativa do Instituto Doar, em parceria com a Revista Época, que busca reconhecer boas práticas de gestão e transparência no terceiro setor, além de incentivar a cultura de doação no Brasil. #façaflorescer #sosamazônia

Direção

Miguel Scarcello, secretário geral

Álisson Maranho, secretário técnico

Gabriela Souza. secretária administrativa

CONSELHOS DELIBERATIVO E FISCAL

Membros fundadores

Veja nossas normas jurídicas, acordadas pelos fundadores e sócios, que regulamentam o funcionamento da SOS Amazônia.

[Estatuto Social SOS Amazônia]

Objetivos estatutários

1. Promover e apoiar ações que visem a preservação, conservação, defesa e recuperação ambiental, com prioridade para os ambientes da Amazônia, em particular, do Estado do Acre;

2. Incentivar e promover a divulgação de causas pacíficas;

3 . Elaborar estudos e desenvolver projetos que visem a melhoria da qualidade de vida das populações urbanas e rural;

4. Assessorar técnica e juridicamente causas envolvendo questões ambientais, inclusive propor ações judiciais;

5. Promover ações de educação ambiental, formal e não formal, envolvendo todos os segmentos da população;

6. Defender interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos de hipossuficientes em geral, podendo para tal ajuizar ações civis públicas (com base na Lei n° 7.347 ou outras leis que atribuam legitimidade para tais ações coletivas) e outras judiciais, principalmente para defender os seguintes interesses:

Direito das crianças e dos adolescentes, direitos estes compreendidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8078), em leis especiais e em tratados internacionais (Convenção de Direitos Humanos da OEA, etc.) e em outros preceitos de ordenamento jurídico;

Defesa e promoção do direito ou interesse difuso por um meio ambiente ecologicamente equilibrado, visando à proteção do meio ambiente, a responsabilidade dos destruidores e a indenização das vitimas.