Em 2018, vamos voar juntos pela Amazônia!

É com muita alegria que agradecemos a todos pelo apoio às nossas iniciativas e desejamos aos colaboradores, parceiros, doadores, voluntários e aqueles que seguem e curtem nossas páginas nas redes sociais, um Feliz Natal e um 2018 de muita saúde, amor e boas transformações. É também nosso desejo que as energias se renovem pela proteção da Amazônia, e que, mesmo diante de grandes obstáculos, continuemos firmes e comprometidos em #voarjuntos pela Amazônia. Faça Florescer um mundo melhor!

Um forte abraço!

Equipe SOS Amazônia

#FaçaFlorescer #VemReflorestar #sosamazônia

Foto destaque: SOS Amazônia | André Dib

Monitores comunitários recebem capacitação para analisar dados de parcelas permanentes na Resex Chico Mendes

A SOS Amazônia e a Universidade Federal do Acre (Ufac), realizou em dezembro, por meio do projeto de capacitação para o monitoramento participativo de florestas em mudanças em áreas de uso sustentável no sudoeste da Amazônia Brasileira, a sexta oficina de capacitação de monitores para aplicação do Protocolo da Rede Amazônica de Inventários Florestais – Rainfor.

Destinada aos comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, a oficina teve por objetivo analisar dados das parcelas permanentes instalados na Resex. Durante o encontro, os comunitários realizaram a análise dos dados que foram coletados ainda no curso anterior e instalaram parcelas de acordo com o protocolo Rainfor, na comunidade Cumarú, município de Assis Brasil.

Os participantes foram instruídos sobre manipulação e aplicações de planilhas eletrônicas na atualidade, organização de dados, e elaboração de gráficos. Fizeram ainda digitação e controle de qualidade dos dados coletados, verificando se houve erro durante todo o processo.

Após a análise das informações, foi iniciado o processo de manipulação com rotinas básicas de planilhas eletrônicas e em seguida, elaborado gráficos e tabelas, que são ferramentas para ilustrar os resultados, amplamente utilizadas para gerar discussões sobre o tema em questão. Com estas práticas, houve uma apresentação e debate das respostas encontradas, como por exemplo, a influência negativa do bambu sobre a floresta do leste do Acre.

“Essa forma de treinamento que possui ajuda de conhecimentos científicos é importantíssima, pois possibilita aos comunitários a oportunidade de uso de tecnologias que normalmente são utilizadas por alunos de graduação ou pós-graduação”, explica o assistente de pesquisa do projeto, Richarlly Costa.

Participaram da atividade a coordenadora Sabina Ribeiro, o assistente de pesquisa Richarlly Costa, a articuladora comunitária Fiama Lima, o pesquisador e colaborador Foster Brown, e as estudantes de pós-graduação Natália Vicente e Gabriela Souza.


Sobre o Projeto

O projeto Capacitação para o monitoramento participativo de florestas em mudanças em áreas de uso sustentável no sudoeste da Amazônia Brasileira se propõe a aumentar o entendimento sobre a biodiversidade florestal e o estoque de carbono no sudoeste Amazônico.

É resultante de uma parceria entre os professores do PPG em Ecologia e Manejo de Recursos Naturais (da Ufac), Sabina Cerruto Ribeiro (coordenadora do projeto / Engenharia Florestal), Fernando Augusto Schmidt (Ecologia) e Foster Brown (Parque Zoobotânico), com o professor Stephen Perz e a doutora Galia Selaya da Universidade da Flórida (UF).

Com duração de dois anos, esse projeto conta com a gestão financeira da SOS Amazônia. Grande parte das atividades é desenvolvida na Reserva Extrativista Chico Mendes. A expectativa da equipe é que os resultados do projeto sejam referência para o monitoramento da saúde das florestas no Acre bem como da sua conservação e uso sustentável para o século 21.

Essa iniciativa foi submetida e aprovada em um edital promovido pela U.S. National Academy of Sciences (NAS) em parceria com a United States Agency for International Development (USAID).

Por: Deylon Félix

Projeto ATER Agroecologia apresenta ações 2016 e desafios para este ano

Realizado pela SOS Amazônia, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário – MDSA, o projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural que promove a agricultura Familiar sustentável, encerrou 2016 reconhecendo as ações que mais tiveram destaques ao longo do ano.

Com o objetivo de capacitar e melhorar a vida dos produtores rurais levando alternativas com a produção agroecológica e orgânica, mantendo a floresta em pé, o ATER Agroecologia realizou nas Unidades de Produção Familiar (UPF) cursos sobre Roçados Sustentáveis, boas práticas de Manejo na produção de Banana e de reaproveitamento de alimentos e de óleo comestível e vegetal para a Fabricação do Sabão Caseiro, além de Oficinas de artesanatos.

De acordo com Maria Gleiciane cruz, coordenadora do ATER Agroecologia, foram realizadas, aproximadamente, 155 visitas técnicas nas UPFs dos municípios de Rodrigues Alves, Porto Walter, Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul.

“Durante o ano de 2016 trabalhamos com a implantação de mais de 30 unidades demonstrativas de Roçados Sustentáveis nas comunidades de Porto Walter e nas comunidades de Rodrigues Alves e contamos com a previsão de mais 20 unidades para este ano de 2017”, afirma a coordenadora.

A coordenadora informa ainda que foram desenvolvidas com as famílias beneficiárias práticas no controle da broca da bananeira e de pragas nas hortaliças e feijão, como também a conscientização ambiental sobre os resíduos sólidos e organização social.

O ATER busca sempre fortalecer a sua atuação junto às comunidades. Em 2017, por exemplo, irá promover diversas atividades individuais e coletivas, que vão além de cursos sobre PNAE e PAA, como a criação de abelhas sem ferrão, oficinas de Sistemas Agroflorestais (SAFs), palestras sobre educação ambiental, assistência social, feiras e visitas nas UPFs.

A técnica em Agroecologia, Francisca de Souza Lima, fala sobre suas expectativas para 2017 referentes ao projeto.

“Espero que 2017 seja cheio de novas conquistas, que consigamos nos doar mais para que mais resultados surjam, que mais famílias sejam envolvidas e capacitadas. E também buscar fortalecer a consciência ambiental, com maior envolvimento das crianças e da juventude nas atividades desenvolvidas nas comunidades,” explica.

Saiba mais sobre o Projeto ATER Agroecologia. 

Por: Deylon Félix