Membros Fundadores

 

  • Abrahim Farhat
  • Amine Carvalho Santana
  • Anna Rosa Fioreta
  • Anselmo Alfredo Forneck
  • Arnóbio Marques de Almeida Júnior
  • Carlos Edegard de Deus
  • Cândido Arieira de Carvalho
  • Cleto Batista Barbosa
  • Denise Regine Garrafiel
  • Elga Buttignol
  • Francisco Alves Mendes Filho (Chico Mendes)
  • Genésio F. de Natividade
  • Jandira Keppi
  • João Azevedo do Nascimento
  • José Antônio Scarcello
  • José Jocilem Crisostomo Gomes
  • Josélia da Silva Alves
  • Júlia Feitoza da Silva
  • Maria do Carmo Ferreira Cunha
  • Mauro Luiz Aldrigue
  • Miguel Scarcello
  • Nazaré de Lima Soares
  • Nelson Deicke
  • Ruscelino Araújo Barboza.

Ficha de Inscrição do seringueiro e líder de movimento em favor da floresta, Chico Mendes

Campanha pede mais conscientização sobre os materiais recicláveis

SOS Reciclagem avança, mas ainda é preciso conscientização por parte de algumas pessoas sobre os materiais que a campanha recebe

A campanha SOS Reciclagem, realizada pela SOS Amazônia, em parceria com o Supermercado Araújo e Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) segue forte neste ano de 2015. Cada vez mais, os clientes do Supermercado Araújo (loja Aviário) se envolvem com a iniciativa.

São muitos os ganhos ambientais de ações como esta. Citamos alguns: diminuição de impactos ambientais, redução dos custos de matérias-primas industriais, além de aumentar o tempo de vida útil do aterro sanitário de Rio Branco.

No entanto, a Campanha recebe ainda muitos materiais que não condiz com o objetivo da ação. E isso prejudica muito a atividade. Por conta do Acre ainda não ter avançado na reciclagem de muitos materiais, a SOS Reciclagem recebe apenas plástico e alumínio (ver lista de materiais recebidos pela campanha).

Mesmo com todo o trabalho de conscientização feito pela SOS Amazônia, algumas pessoas colocam ainda no contêiner, localizado no estacionamento do Araújo, materiais como: garrafas de óleo de cozinha, garrafas e potes de vidro, bateria de celular, caixas de leite longa vida (embalagens tetrapak), papel, isopor, papelão, além de restos de alimentos, o que causa um grande desconforto na hora da separação do material.

Esses tipos de resíduos representam 40% de todo o material coletado, o que acarreta perda de espaço, sem esquecer no tempo que é gasto no ato da separação. O desafio agora é diminuir essa lacuna e conseguir uma coleta 100% plástico e alumínio.

É importante ressaltar que a Campanha não recebe esses tipos de materiais por não ter como dar um destino adequado aos mesmos (nenhuma empresa no Acre recicla ou compra para envio do material para outros estados), visto as dificuldades de mercado para esses resíduos no Acre.

A SOS Amazônia agradece aos colaboradores, pede conscientização das pessoas que ainda trazem materiais não aproveitáveis pela campanha e convida os interessados a fazer parte também desta importante ação.

Sandra Moraes

 

Queremos fazer a diferença no mundo!

Sandra Moraes, do Rio de Janeiro, veio passar férias em Rio Branco e engajou-se na Campanha SOS Reciclagem!

“Gostei muito de fazer o trabalho de conscientização, algumas pessoas já fazem esse trabalho em suas casas e divulgam para os vizinhos e familiares. Como é satisfatório saber que muita gente leva à serio o nosso planeta, e assim, não deixamos que nosso país seja destruído pela falta de informação”.

Entenda a Campanha SOS Reciclagem.

SOS Amazônia completa 26 anos de iniciativas em defesa do meio ambiente

Na década de 1980, época em que o desmatamento da Amazônia passou a ser divulgado internacionalmente e os seringueiros no Acre eram ameaçados por estar empatando a devastação das florestas, um grupo de 35 pessoas na cidade de Rio Branco, compreendendo professores, estudantes universitários, servidores públicos e representantes do movimento social, [entre os quais, Chico Mendes], criou no dia 30 de setembro de 1988, a SOS Amazônia, tendo como objetivo principal, proteger a Floresta Amazônica, apoiando as populações tradicionais e promovendo a conservação do meio ambiente, por meio da campanha SOS Floresta.

Com mais de duas décadas de existência, a SOS Amazônia é uma organização ambientalista sem fins lucrativos, que tem forte atuação no estado do Acre e áreas fronteiriças, com escritórios nos municípios acreanos Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Marechal Thaumaturgo.

Desde sua criação desenvolve projetos, propõe e implementa políticas públicas com foco na difusão de modelos e práticas para preservação da biodiversidade. Ganhou experiência e capacidade para gestão de unidades de conservação, também é referência no desenvolvimento da educação ambiental, no reaproveitamento dos resíduos sólidos e na participação voluntária em conselhos e comitês para regulamentação de leis e gestão de programas públicos.

E, nos últimos seis anos, ganhou também experiência no incremento da assessoria técnica e extensão rural. Atualmente oferece este serviço a mais de 2 mil famílias ribeirinhas no Vale do Juruá.

A atuação institucional é orientada por um Código de Ética, planejamento estratégico, controles internos descritos em Manual de Procedimentos e gestão contábil financeira transparente e auditada, combinada às diferentes iniciativas técnicas e políticas; tem importância reconhecida por diferentes parceiros governamentais, não governamentais, movimentos sociais e organismos internacionais. Tal conduta garantiu à SOS AMAZÔNIA o ‘Prêmio Bem Eficiente’ de gestão institucional, concedido pela Kanitz & Associados em 2004, às 50 entidades sem fins lucrativos que melhor administram seus recursos no país, com transparência e seriedade.

 

Projetos e campanhas atuais

1. Quelônios do Alto Juruá – Atividades de Conservação das espécies de tartarugas, tracajás e Iaçás acontecem desde 2003. Voluntariamente, famílias ribeirinhas protegem por ano, desovas em mais de 40 praias ao longo do rio Juruá, nos município de Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo.

2. Campanha SOS Reciclagem – Tem por objetivos principais promover a educação ambiental sobre a correta destinação dos resíduos sólidos recicláveis (plástico e alumínio) e apoiar as atividades de proteção das desovas de quelônios ao longo do rio Juruá. É realizado em parceria com o Supermercados Araújo e Semeia.

3. ATES Juruá – Dividido em três etapas (Oficinas de Apresentação e Diagnóstico Familiar; Planejamento Participativo; e Oficinas de Capacitação e Orientação Técnica) o projeto de Assessoria Técnica, Social e Ambiental (ATES) na Reserva Extrativista Alto Juruá tem por objetivo melhorar a qualidade de vida das famílias que vivem na Reserva, com foco na conservação dos recursos naturais, envolvendo três eixos fundamentais: organização social, fomento do extrativismo e produção sustentável, e comercialização. Realizado em parceria com o INCRA.

4. ATER Juruá – Promover a Transição Agroecológica, Organização Social e Gestão da Propriedade’ das famílias do Alto Juruá. Realizado em parceria com o MDA.

5. Biofossas – Instalação de fossas sépticas biodigestoras em comunidades rurais do Alto Juruá. Tem o objetivo de substituir o sistema de fossas rústicas utilizadas no meio rural, que contaminam o solo e os lençóis freáticos, trazendo consequências graves à saúde das pessoas e ao meio ambiente. Realizado em parceria com a Embrapa, WWF e Instituto HSBC Solidariedade.