SOS Amazônia apoia renovação de certificação orgânica de produtos da sociobiodiversidade

Famílias extrativistas do Vale do Juruá, no Acre, que atuam na extração do cacau silvestre e na produção de óleos vegetais, receberam em outubro de 2018, com o apoio da SOS Amazônia, a certificação orgânica internacional de seus produtos para os mercados europeu e norte-americano.

E agora se preparam para fazer a renovação do selo de orgânico de quatro de seus produtos: cacau silvestre, manteiga de murmuru (Astrocaryum murumuru), óleo de açaí (Euterpe oleracea) e buriti (Mauritia flexuosa).

O processo de renovação está sendo feito graças ao projeto “Valores da Amazônia”, desenvolvido pela SOS Amazônia. Financiado com recursos do Fundo Amazônia/BNDES, o projeto visa fortalecer nove cooperativas e seus cooperados para aperfeiçoarem e padronizarem a extração de produtos florestais não madeireiros de regiões da Amazônia com grande concentração de biodiversidade.

De acordo com o coordenador técnico da SOS Amazônia, Álisson Maranho, das quatro cooperativas que foram certificadas ano passado, duas entraram com o processo para renovar: a Cooperativa de Produtores de Polpa de Frutos Nativos de Mâncio Lima (Coopfrutos) e a Cooperativa dos Produtores de Agricultura Familiar e Economia Solidária de Nova Cintra (Coopercintra).  Ambas localizadas nos municípios do Vale do Juruá, Mâncio Lima e Rodrigues Alves, no Acre. Juntas, somam 100 famílias participando da certificação, sendo parte delas moradoras de unidades de conservação.

“A certificação é concedida pela empresa boliviana Imocert, uma das pioneiras neste tipo de trabalho na América Latina. E tem por objetivo assegurar que toda a produção é realizada com baixo impacto ambiental, sem o uso de agrotóxicos, e garantindo o pagamento justo para cada família, reunidas em cooperativas assessoradas pela SOS Amazônia”, comenta Álisson.

Como é o processo de renovação

O processo de renovação, de acordo com a engenheira florestal e coordenadora de campo da SOS Amazônia, Thayna Souza, está baseado na inspeção de campo aos extrativistas. Nessa visita, é preenchida uma ficha específica, para cada extrativista, que avalia, principalmente, seu modo de coleta e beneficiamento do fruto. O mesmo é feito para a usina de óleos. Após a inspeção, é dado um parecer (favorável ou não) para certificar.

“A certificação traz às cooperativas uma nova visão, foi e está sendo importante para o processo de organização da cooperativa, de manuseio e processamento dos frutos, além de agregar valor e permitir acesso a um mercado diferenciado, com preço justo e garantia da conservação da floresta, tendo em vista que não permite caça predatória, desmate, queima e utilização de agrotóxico”, explica Thayna.

Outro ponto importante, segundo ela, é que 20% dos frutos não podem ser coletados, visando garantir a regeneração florestal. Outro requisito é a formação dos extrativistas quanto ao processo, é preciso que eles tenham recebidos oficinas de boas práticas, visita e acompanhamento técnico.

“Com tudo isso, a certificação é um indicativo de sustentabilidade da floresta, atrai um mercado consumidor com um preço melhor e proporciona melhoria de vida às famílias”, completa.

Prazo para a nova certificação

O trabalho foi iniciado em julho de 2019 e tem previsão de término em meados de outubro, com a entrega dos certificados pela Imocert. Técnicos da SOS Amazônia acompanham as atividades de inspeção sobre a melhoria e manutenção dos processos produtivos, coordenadas pelo Imocert.

Após essa auditoria, se a certificadora constatar que todas as suas exigências estão, de fato, sendo cumpridas, ou seja, se as famílias estão atendendo aos critérios e que as cooperativas produzem com o novo padrão, a Imocert concede o selo de que a produção destas organizações sociais está livre do uso de agrotóxicos e outros contaminantes, e que adotam práticas que preservam a fauna e a flora da região, além de assegurar às famílias o pagamento justo por aquilo que conseguem entregar.

Para Elines Araújo, presidente da Coopfrutos, ter o óleo de buriti certificado é uma oportunidade única de alcançar novos mercados.

“Ter nossos produtos com rastreabilidade, mostrando o nosso compromisso com a parte ambiental e que os produtores da região estão capacitados para oferecer uma matéria-prima que tem um padrão de qualidade, respeitando a floresta e os animais, faz com que nossas oportunidades de negócios se ampliem. Agradecemos muito a SOS Amazônia por nos ajudar a garantir o selo orgânico do óleo de buriti, sem essa parceria seria muito difícil alcançar nossos objetivos”, ressalta Elines.

SOS Amazônia abre edital – contratação de consultoria para implantação de Sistemas Agroflorestais

A Associação SOS Amazônia, entidade da Sociedade Civil sem fins lucrativos, comunica aos interessados a abertura de Edital para contratação de  serviços de assessoria técnica (Pessoa Jurídica) para promover a recuperação da cobertura de solo com a implantação de sistemas agroflorestais, utilizando-se de espécies de interesse econômico e ecológico. (Parceria LUSH Cosmetics).

Propostas podem ser enviadas até o dia 16 de agosto de 2019 para o e-mail [email protected]

Acesse o edital.

Modelo Documento para envio das propostas.

Campanha incentiva o descarte corretos de materiais plásticos, alumínio e pilhas

A SOS Amazônia realiza, desde 2013, na cidade de Rio Branco, no Acre, a campanha SOS Reciclagem. O objetivo é promover a educação ambiental sobre a correta destinação dos resíduos sólidos recicláveis. O recurso arrecadado com a venda do material é destinado ao trabalho de monitoramento das desovas de quelônios ao longo do rio Juruá.

No bairro Cadeia Velha e redondezas, famílias são convidadas para participar de forma voluntária, entregando materiais plástico, alumínio e pilhas no Local de Entrega Voluntária (LEV SOS Amazônia).

Campanha SOS Reciclagem

Essa iniciativa arrecada cerca de 100 quilos/mês de plásticos (96%) e alumínio (4%), que são vendidos para o Sucatão Rio Branco, parceiro da instituição. No caso das pilhas, é feita a logística reversa desses resíduos junto aos seus fabricantes.

Para Miguel Scarcello, secretário geral da SOS Amazônia, a campanha gera muitos resultados positivos para o ambiente, no entanto, enfrenta muitos problemas. Um deles, é a sazonalidade do comércio dos plásticos aqui no Acre, para reciclagem em outros estados.

“Isso dificulta no processo de orientar a população, pois há meses que podemos receber sacolas plásticas coloridas e têm meses que não. Outro exemplo é o vidro, infelizmente há apenas comercialização para alguns tipos de garrafas. A solução passa por implementar as políticas públicas em diferentes frentes. Uma seria acelerar a implementação dos Planos Municipal e Estadual de Resíduos Sólidos, estabelecendo de vez a coleta seletiva, ao menos em Rio Branco, e implantando centros regionais de armazenamento. Outra frente é as empresas escolherem embalagens que sejam reusáveis ou comercializáveis para reciclagem aqui no Acre, algo que estimularia as pessoas a consumir de forma mais consciente”, explica Miguel.

Miguel falou também que outro fator determinante, para maior destinação de resíduos sólidos para reciclagem, é a redução de impostos, ou melhor, acabar com a bitributação sobre embalagens que podem ser recicladas em outros estados. Segundo ele, com esse incentivo, melhoraria a relação comercial ao pagarem valor mais alto aos catadores .

A SOS Amazônia desenvolve atividades e projetos de educação ambiental com a temática resíduos sólidos desde 1990.

Faça parte! Você destina materiais para reciclagem e ainda ajuda a proteger as tartarugas do Juruá!

Lista de materiais recicláveis

Pontos de Entrega Voluntária (PEV)

SOS Amazônia: de Segunda a Sexta-feira | das 8 às 17 horas [Localização]

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SOS Amazônia abre edital para contratação de consultoria para elaborar plano de captação de recursos

A Associação SOS Amazônia, entidade da Sociedade Civil sem fins lucrativos, comunica aos interessados a abertura de Edital para contratação de serviços de consultoria de pessoa jurídica para elaborar um plano de captação de recursos financeiros para projetos de conservação ambiental. (Projeto “Melhorar a gestão para conservar mais” – Contrato Brazil Foundation).

Propostas podem ser enviadas até o dia 31 de julho de 2019 para o e-mail [email protected]

Acesse o edital.

Modelo Documento para envio das propostas.

Movimento em defesa do Fundo Amazônia #MobilizeSe #SOSFundoAmazônia

Apoiamos o manifesto da Associação dos Funcionários do BNDES (AFBNDES) e da Associação Nacional dos Servidores do Ibama (Asibama) em defesa do Fundo Amazônia. A Amazônia precisa da nossa ajuda! Um dos principais projetos de preservação da maior floresta tropical do mundo está em risco. E você pode ajudar: acesse e divulgue o site www.emdefesadofundoamazonia.com.br; assista e compartilhe o vídeo da campanha e baixe materiais para postar nos seus stories.

LEIA CARTA MANIFESTO

Ao longo dos seus 10 anos de existência e após muito trabalho de construção, redirecionamentos e padronização, o Fundo se consolidou, perante a sociedade brasileira e seus principais interlocutores, como um dos instrumentos financeiros mais eficientes e reconhecidos, no cenário nacional e internacional, em termos de transparência, governança participativa, diversidade de beneficiários, auditorias e avaliações, e resultados e impactos concretos já alcançados.

Segundo o governo da Noruega, doador majoritário do Fundo: “O fundo Amazônia se tornou uma das melhores práticas globais de financiamento com fins de conservação e uso sustentável de florestas e estimulou parcerias semelhantes de financiamento climático em todo o mundo. (…) A Noruega está satisfeita com a robusta estrutura de governança do Fundo Amazônia e os significativos resultados que as entidades apoiadas pelo Fundo alcançaram nos últimos 10 anos.” (https://www.norway.no/pt/brasil/noruega-brasil/noticias-eventos/brasilia/noticias/declaracao-sobre-o-fundo-amazonia/).

São 103 projetos aprovados com captação de 3,4 bilhões de reais de doações destinadas a investimentos não reembolsáveis em projetos de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável na Amazônia Legal, tendo como público-alvo comunidades tradicionais, assentamentos, povos indígenas e agricultores familiares. Resultados concretos: 162 mil pessoas beneficiadas com atividades produtivas sustentáveis, 190 unidades de conservação apoiadas, 687 missões de fiscalização ambiental efetuadas, 465 publicações científicas ou informativas produzidas, dentre outros.

Não obstante, o Fundo Amazônia vive hoje momento de incertezas com relação ao seu futuro: ataques na imprensa, inexistência de diálogo e completa falta de direcionamento estratégico, por parte da atual gestão do Ministério do Meio Ambiente, vêm, desde então, criando grande ambiente de insegurança interna e paralisia operacional, bem como preocupação por parte dos doadores, prejudicando os andamentos dos trabalhos do Fundo e colocando em risco a sua Continuidade.

Paralelamente, o recente Decreto nº 9.759, de 11/04/19 extingue em 28/06/2019 dois pilares importantes de governança do Fundo: o Comitê Orientador do Fundo Amazônia e o Comitê Técnico do Fundo Amazônia, tema esse bastante sensível e caro aos doadores e demais interlocutores do Fundo. Além desse cenário, na última semana, a equipe do Fundo Amazônia foi surpreendida pela perda de suas duas principais lideranças, pessoas reconhecidas como de alta capacidade técnica e executiva, tanto no BNDES quanto perante o público externo, com largo histórico de trabalho no Fundo. Cientes de que transições e mudanças estratégicas fazem parte do jogo, o que parece estar em pauta, porém, nesse momento é a defesa da própria existência do Fundo Amazônia.

Por outro lado, o contexto do aquecimento global, os alertas sistemáticos no aumento do desmatamento e degradação florestal na Amazônia e a grave crise fiscal que o país atravessa, tornam ainda mais urgente e relevante a defesa do Fundo nesse momento.

O Fundo Amazônia não é um projeto de governo, mas uma conquista da sociedade brasileira, fruto de negociações internacionais climáticas, cujo consenso gira em torno da construção de um modelo economicamente sustentável na Amazônia que inclua, em sua concepção, os interesses dos povos originários e tradicionais que vivem para e pela floresta em pé.

Associação dos Funcionários do BNDES (AFBNDES)
Associação Nacional dos Servidores do Ibama (Asibama)
Rio de Janeiro, julho de 2019.

[CARTA MANIFESTO]

Prazo estendido – Edital para contratação de consultoria para Implantação de Compliance

A Associação SOS Amazônia, entidade da Sociedade Civil sem fins lucrativos, comunica aos interessados que foi prorrogado o prazo para contratação de serviços de consultoria de pessoa jurídica para Implantação do Compliance, atualizar e aperfeiçoar os instrumentos e ferramentas de gestão, visando dar suporte para o cumprimento de normas, de maneira que os regulamentos internos mantenham princípios e ações éticos. (Projeto “Melhorar a gestão para conservar mais” – Contrato Brazil Foundation).

Propostas podem ser enviadas até o dia 10 de julho de 2019 para o e-mail [email protected]

Adendo 01/2019

Edital.

Modelo Documento para envio das propostas.

SOS Amazônia abre edital para contratação de consultoria para Implantação de Compliance

A Associação SOS Amazônia, entidade da Sociedade Civil sem fins lucrativos, comunica aos interessados a abertura de Edital para contratação de serviços de consultoria de pessoa jurídica para Implantação do Compliance, atualizar e aperfeiçoar os instrumentos e ferramentas de gestão, visando dar suporte para o cumprimento de normas, de maneira que os regulamentos internos mantenham princípios e ações éticos. (Projeto “Melhorar a gestão para conservar mais” – Contrato Brazil Foundation).

Propostas podem ser enviadas até o dia 20 de junho de 2019 para o e-mail [email protected]

Acesse o edital.

Modelo Documento para envio das propostas.

Relatório de Atividades 2018

A SOS Amazônia disponibiliza o relatório de atividades do ano de 2018. O objetivo do conteúdo é informar a seus parceiros, doadores, colaboradores, voluntários e visitantes sobre a missão, história, projetos e campanhas desenvolvidos, além dos balanços administrativo e financeiro da instituição.

É parte da filosofia do SOS Amazônia prestar contas à sociedade de todo seu trabalho de conservação da natureza. Acesse AQUI e fique por dentro de todas as nossas ações de 2018.

Famílias ribeirinhas e os quelônios do juruá: um caso de amor pela biodiversidade

#DiaMundialDoMeioAmbiente – Neste dia, 5 de junho, dedicado a incentivar pessoas do mundo todo a cuidar melhor do recursos naturais, nós temos a honra de homenagear os ribeirinhos que desde 2003, com apoio da SOS Amazônia, protegem voluntariamente desovas de quelônios (tartarugas, tracajás e iaçás) em praias do rio Juruá e afluentes, situadas na região do Parque Nacional da Serra do Divisor e da Reserva Extrativista Alto Juruá, duas das maiores Unidades de Conservação (UC) do estado do Acre e de grande importância, por serem áreas de alta concentração de diversidade biológica e, ambas, situadas na fronteira com o Peru.

As famílias ribeirinhas desempenham papel fundamental na proteção das praias e no monitoramento da desova, eclosão dos ovos e da soltura dos filhotes, e demonstram muito amor pela causa. As crianças acompanham os pais nessa atividade, o que as aproxima da prática de conservação dessas espécies. Eles registram o número de ninhos, o número de ovos e números de filhotes vivos e soltos nos rios. Essas informações são coletadas, registradas em ficha de campo e repassadas para a SOS Amazônia que analisa e monitora os resultados.

Por outro lado, e muito importante também, são as pessoas e empresas que, mesmo de longe, ajudam esse trabalho acontecer, fazendo doações no nosso site institucional, para que a SOS Amazônia consiga mobilizar mais famílias na proteção de quelônios, entregar kits de proteção das praias, fazer visitas técnicas a cada família, entregar os formulários de registro do nascimento de filhotes, fazer o mapeamento das praias e acompanhar o período de soltura dos filhotes no rio.

Ribeirinhos da Comunidade Carlota na soltura da Tartaruga da Amazônia – Rodrigues Alves-AC,  Foto: Andre Dib

O nosso sentimento por todos vocês é de muita gratidão!  Isso tudo é a prova de que juntos fazemos um mundo melhor. Nosso agradecimento especial também aos técnicos da SOS Amazônia e parceiros institucionais.

Todo nosso reconhecimento por esse serviço ambiental realizado por essas famílias ribeirinhas.

Eliana Castelo – Comunidade Porto Seguro, Marechal Thaumaturgo, Acre | Acervo SOS Amazônia


Aires Andriola – Comunidade Novo Horizonte,  Guajará, Amazonas | Acervo SOS Amazônia

Francisco souza – Comunidade Flora,  Marechal Thaumaturgo | Acervo SOS Amazônia


Seu Pedro – Comunidade Novo Horizonte, Porto Walter | Acervo SOS Amazônia

Francisco Afonso Nunes da Silva, (58), Comunidade Helena, mora na Resex Alto Juruá desde que nasceu. Seu Francisco se diz apaixonado pela atividade de proteger os quelônios. Ele e sua família fazem parte do projeto ‘Quelônios do Juruá: Eu Projeto’ desde seu início, em 2003.

Dona Auricélia Lima Gomes soltando Tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa) no Rio Juruá, comunidade Nova Cintra – Rodrigues Alves-AC
Foto: Andre Dib


Monitores voluntários aprendendo a fazer o manejo dos ninhos (Acervo SOS Amazônia)

E você, conte pra gente o que faz para ajudar o planeta. Ou envolva-se agora mesmo numa causa. Há diversas maneiras de você se engajar:

1 – Dedicando tempo e trabalho em uma das nossas campanhas permanentes: proteção da desova de tracajás no rio Juruá e SOS Reciclagem realizando educação ambiental junto a população em Rio Branco (Seja Voluntário)

2 – Dedicando tempo e trabalho para captarmos recursos a serem aplicados nas campanhas e projetos (Fale Conosco);

3 – Doando recursos para serem aplicados nas campanhas e projetos (Doe agora)

4 – Tornando-se associado da SOS Amazônia, com a contribuição mínima de 25 reais mensal (Associe-se)

Você pode nos apoiar também a mobilizar mais mensageiros da floresta!

Ajude a divulgar e participe dos nossos canais de comunicação: f/sos.amazonia  | Twitter/sosamazonia | Canal SOS Amazônia no You Tube | Siga-nos no Instagram/sosamazonia

Saiba mais!

Resultados e impactos do projeto Valores da Amazônia

Nós investimos nos produtos da sociobiodiversidade. Floresta em pé tem mais valor!

Valores da Amazônia são exuberantes, essenciais e cheios de significados. Beleza e cores, rios e florestas imponentes, sabedoria e a simplicidade de quem sabe viver em harmonia com a natureza. Seringueiros, indígenas, mulheres e jovens de nove iniciativas amazônicas fazem o projeto Valores da Amazônia voar alto para gerar transformações sociais e manter a floresta conservada no Acre e no Amazonas. Os sonhos são impulsionados e, a cada voo, nove realidades transformadas.

#Gratidão a todas organizações sociais, colaboradores, parceiros e empresas que ajudaram e ajudam a promover os produtos da sociobiodiversidade.

[Leia revista sobre os investimentos, resultados e impactos do projeto Valores da Amazônia – Apoio Fundo Amazônia]

Borracha Nativa, Óleos Vegetais e Cacau Silvestre

VALORES DA AMAZÔNIA

O projeto Valores da Amazônia empreende esforços para a estruturação, o fortalecimento e a integração de cadeias de valor de produtos florestais não madeireiros no Acre e no Amazonas, visando o uso sustentável dos recursos florestais e a melhoria da qualidade de vida das populações locais. Dentre seus objetivos específicos, está promover a geração de trabalho e renda decorrentes do uso sustentável do cacau silvestre, da borracha (CVP e FDL) e dos óleos vegetais; fortalecer a capacidade gerencial e operativa das entidades beneficiárias; viabilizar a entrada dos empreendimentos apoiados em segmentos de mercado diferenciados e atrativos; proporcionar a integração e articulação institucional nas cadeias de valor apoiadas.