Projeto implanta estufas de hortaliças em comunidades do Juruá

Ícone de relógio mar 30, 2016

 

#agroecologia

A parceria entre a SOS Amazônia e o Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA vem proporcionando diversas ações na região do Juruá, como por exemplo, a capacitação em Horticultura Orgânica com implementação de Unidades Demostrativas (estufas). Essa iniciativa faz parte do projeto de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER Agroecologia.

O objetivo do projeto é desenvolver a Agricultura Familiar Sustentável na região, trabalhando a produção agroecológica e orgânica nas Unidades de Produção Familiar (UPF), além de destacar a necessidade de alternativas que visem a melhoria da produção rural, de olho no uso sustentável dos recursos naturais, ambientais, sociais e econômicos.

Gleiciane Cruz, coordenadora regional da SOS Amazônia, explica que a iniciativa consolida e amplia exemplos de agroecologia existentes, para a promoção do desenvolvimento local e de seus processos organizativos, considerando as diretrizes da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO).

Dntre as ações podemos citar as visitas técnicas, oficinas, cursos, intercâmbios, dias de campos, sistematização de experiência, acesso às políticas públicas, entre outras.

Mais de 40 comunidades são beneficiadas com o projeto, alcançando cerca de 800 famílias, nos municípios de Cruzeiro do Sul, Rodrigues Alves, Mâncio Lima, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. Dentre as comunidades contempladas estão as do rio Juruá Mirim (Prainha I, Bahia, Formigueiro e Vista Alegre); rio Juruá (Carlota, Mujú, Grajaú, Besouro, Praia da Amizade, Pucalpa II e Nova Cintra).

Até agora, oito comunidades já foram beneficiadas com a capacitação e implementação de estufas: Belo Monte e Alto Pentecostes (Mâncio Lima); Oriente e Triunfo (Marechal Thaumaturgo); Simpatia e Carlota (Cruzeiro do Sul); Campo Santana e Dois Portos (Porto Walter).

De acordo com Antônio Pereira Barbosa, da comunidade Carlota, distante 3 horas de barco da zona urbana de Cruzeiro do Sul ( subindo o rio Juruá), a comunidade já era organizada e com o conhecimento técnico, recebido por meio das capacitações, melhorou ainda mais a produção da Carlota, o que é bom para todos, principalmente, para as crianças.

Para Mariana Gomes do Nascimento, também da comunidade Carlota, não existe coisa melhor do que colher o que plantou. “Eu amo plantar, organizar minha produção de forma correta, acredito que esses cursos possam melhorar ainda mais o cultivo na nossa comunidade”, disse.

 

 

 

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