Consequências da exploração não convencional de petróleo e gás

Ícone de relógio nov 12, 2012

Notícia publicada recentemente no jornal O Estado de São Paulo mostra que a ANP vai autorizar o fraturamento hidráulico (fracking) nos estados do Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia.  Acre, Maranhão e Piauí também estão na mira.

O assunto vem sendo debatido em vários países devido aos altos riscos ambientais, evidenciados pelas ondas de terremotos e pela contaminação que ocorrem com frequência como consequência da exploração do gás de xisto.

A grande limitação do shale gas, apesar das expectativas da indústria no desenvolvimento de tecnologias menos prejudiciais ao meio ambiente, é o impacto sobre o entorno, tanto de sua produção quanto de seu manejo.

Para extraí-lo das rochas de xisto usa-se o método fracking (fratura hidráulica), com injeções de grandes quantidades de água misturada com areia e aditivos químicos. A pegada de carbono (a proporção de dióxido de carbono liberada na atmosfera) é muito maior do que a gerada pela produção de gás convencional.

Como se trata de bombardear camadas da crosta terrestre com água e outras substâncias, aumenta o risco de prejudicar subsolos, solos, lençóis hídricos subterrâneos e superficiais, a paisagem e as vias de comunicação se as instalações para extrair e transportar a nova riqueza apresentarem defeitos ou erros de manejo.

A liberação de mais gás metano também influi no aquecimento do planeta. Contudo, até agora, as advertências ambientais não parecem deter a sede global por recursos energéticos como os que contêm as diminutas rochas de xisto. Envolverde/IPS

Licenciamento ambiental

‘O jornal O Valor anunciou essa semana que o empresariado especializado em saque e contaminação, principalmente o internacional, já pode ficar eufórico. A presidência do IBAMA está protagonizando mais um dos seus muitos projetos bestiais: o desmonte do sistema de licenciamento ambiental, sinalizando aos estados para simplificarem seus processos para as grandes obras complexas, num perverso efeito dominó até chegar ao apocalipse das cidades’. Precisamos reunir as pessoas de bem e dizer NÃO. [pela aplicação do PRINCÍPIO DA PRECAUÇÃO JÁ].

Acesse documento sobre a exploração não–convencional (Fracking) de petróleo e gás, os impactos ambientais que gera, e como chegamos a isso: Peligros de la expolotación No Convencional

Acesse matéria no Estadão: Técnica para extrair gás proibida em países europeus será testada no Brasil

Envolverde: Gás de xisto volta a ser o foco

 

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